sábado, 31 de julho de 2010

BALADA DE AGOSTO


Lá fora a chuva desaba e aqui no meu rosto

Cinzas de agosto e na mesa o vinho derramado

Tanto orgulho que não meço

O remorso das palavras que não digo


Mesmo na luz não há quem possa se esconder no escuro

Duro caminho o vento a voz da tempestade

No filme ou na novela


É o disfarce que revela o bandido

Meu coração vive cheio de amor e deserto

Perto de ti dança a minha alma desarmada

Nada peço ao sol que brilha

Se o mar é uma armadilha nos teus olhos

(Fagner e Zeca Baleiro)





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