má rapá
^^
e tenho dito
uahuhuhaaahaauhahuauhaauhahuaahauhaauhahua
ooooolha Champs
chegamos ao mes de Abril
tenho tantas espectativas em relação a esse mes
q as vezes naum consigo nem enumeralas
depois de
October fest
November Rains
Por dezembros atravesso oceanos e desertos
Janeiro a janeiro
Fevereiro - Scracho
águas de março
e finalmenteeeeeeeeeeee jauns:
ABRIL DESPEDAÇADO!!!
onde estão meus pedaços?
ESSE MES VOU METER UM TEXTO pequeno louva a deus:
O TERMO MÉDIO DA VIDA
Um dia você simplesmente acorda, ao acordar você abre os olhos e vê. Mas vê o que a maioria das pessoas não vê.
O mundo pode ser visto de varias formas, as pessoas costumam associar seus sentimentos com as cores nas quais vêem o mundo. Quando alguém seta calmo e relaxado e tudo vai bem, há quem veja tudo azul, quando está confiante, esperançoso, há quem veja verde entre outras cores e sentimentos. O problema é que todos os sentimentos bons tendem ao branco (paz total), mas branco é tão chato e certinho que não vale a pena ter sentimentos pra ele.
Há quem diga que a raiva é vermelha, e que a tristeza é roxa, pena que todas elas levem ao preto (todo o mal, que mete medo), mas é tão cheio de si, que não vale a pena leva-lo a sério.
Ao traçar um paralelo entre o branco (luz) e o preto (escuridão), você acaba percebendo.
Que o mais interessante na reta não são os extremos, e sim o meio, é nesse ponto em que reside a diferença para quem acorda de manha e vê branco, assim como aquele que acorda a noite e vê preto, para aquele que simplesmente acorda e percebe que no mundo não existe apenas preto e branco, mas que também há muito cinza.
É muito bom imaginar que não existe Deus ou o diabo, que não existem céu e inferno, que não existe bem ou mal. Mas sim que existe uma entidade intermediaria que existe limbo para onde todos vão se reencontrar, e que apesar de tudo existe o razoável.
Seria uma espécie de fusão difusa, algo novo de velhas perspectivas as quais todos fossem levados a crer e entender que se pode conciliar tudo, correr para as pontas do navio e sobreviver, o que realmente é entusiasmante é morrer todos juntos no meio que esta se quebrando.
Um dia você simplesmente acorda, ao acordar você abre os olhos e vê. Mas vê o que a maioria das pessoas não vê.
O mundo pode ser visto de varias formas, as pessoas costumam associar seus sentimentos com as cores nas quais vêem o mundo. Quando alguém seta calmo e relaxado e tudo vai bem, há quem veja tudo azul, quando está confiante, esperançoso, há quem veja verde entre outras cores e sentimentos. O problema é que todos os sentimentos bons tendem ao branco (paz total), mas branco é tão chato e certinho que não vale a pena ter sentimentos pra ele.
Há quem diga que a raiva é vermelha, e que a tristeza é roxa, pena que todas elas levem ao preto (todo o mal, que mete medo), mas é tão cheio de si, que não vale a pena leva-lo a sério.
Ao traçar um paralelo entre o branco (luz) e o preto (escuridão), você acaba percebendo.
Que o mais interessante na reta não são os extremos, e sim o meio, é nesse ponto em que reside a diferença para quem acorda de manha e vê branco, assim como aquele que acorda a noite e vê preto, para aquele que simplesmente acorda e percebe que no mundo não existe apenas preto e branco, mas que também há muito cinza.
É muito bom imaginar que não existe Deus ou o diabo, que não existem céu e inferno, que não existe bem ou mal. Mas sim que existe uma entidade intermediaria que existe limbo para onde todos vão se reencontrar, e que apesar de tudo existe o razoável.
Seria uma espécie de fusão difusa, algo novo de velhas perspectivas as quais todos fossem levados a crer e entender que se pode conciliar tudo, correr para as pontas do navio e sobreviver, o que realmente é entusiasmante é morrer todos juntos no meio que esta se quebrando.
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